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Todo mundo ganha com o trabalho voluntário
22/05/2013 00:00

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ser ecologicamente correto, praticar o consumo consciente, ser um cidadão ativo na política da sua cidade, estado e país, evitar o desperdício, buscar conhecimento, respeitar as pessoas, os animais e a natureza, ser flexível. Essas são algumas das atitudes que devemos adotar hoje para construir um amanhã melhor e mais justo, mas nada disso funcionará se não tivermos uma visão humana e generosa para com o próximo, usando nossos conhecimentos e habilidades para ajudar quem precisa. O nome disso? Solidariedade. E a melhor maneira de praticá-la é por meio do trabalho voluntário.

 

Podendo ser feito presencial ou à distância, o trabalho voluntário respeita uma série de condutas, afinal de contas, a pessoa que se propõe a esse tipo de atividade deve estar consciente de que está assumindo um papel muito importante em uma organização e uma responsabilidade para com o próximo. “O trabalho voluntário segue um pensamento muito simples e humanitário: eu me desenvolvo, desenvolvo o cuidado com o outro e desenvolvo mudanças que talvez eu não veja, mas estão lá”, conta a Coordenadora do Centro de Voluntariado de São Paulo, Silvia Maria Louzã Naccache.

 

Reflexão antes de tudo

 

É verdade que qualquer um pode ser voluntário, mas Silvia conta que antes de sairmos por aí ajudando as pessoas é preciso refletir sobre três pilares que sustentam todas as ações solidárias. O primeiro é a inspiração: o que move você a praticar o trabalho voluntário?; a ideia é ocupar o tempo livre?;  quanto tempo quero dedicar a isso?; questão religiosas são a chave de motivação?; você quer ser voluntário pelo espírito de cidadania?

 

O segundo são seus valores pessoais. “É preciso escolher uma atividade que esteja em harmonia com o que você acredita e respeita. Não é coerente, por exemplo, visitar um asilo e entreter os idosos no sábado e na segunda não dar seu lugar para uma senhora que acabou de entrar no metrô cheio”, conta Silvia. Por isso, pense sobre o que você acredita, o tipo de público que gostaria de ajudar, as causas que te movem, o que te sensibiliza e o que está carente de ajuda.

 

Por último leve em conta seus talentos e habilidades. Se você é bom com idiomas por que não compartilhar seu conhecimento ensinando crianças carentes ou traduzindo documentos? Se você gosta do contato com a natureza, por que não ajudar uma escola a criar uma horta? Se sua afinidade é com a tecnologia, por que não ajudar instituições organizando pastas remotamente, prestando assistência técnica ou atualizando um site ou um blog?

 

Tempo não é mais desculpa

 

Se você é uma dessas pessoas que usa o tempo com justificativa para não praticar o voluntariado é bom arranjar outra desculpa. É possível ser voluntário de forma presencial – ministrando oficinas, apresentando palestras, prestando atendimento médico (se você estiver ligado à área de saúde), dando apoio administrativo, visitando centros carentes, ajudando na organização ou faxina desses centros - ou à distância. “A cultura do trabalho voluntário à distância é muito comum em outros países, mas no Brasil é uma novidade. Se por qualquer motivo você não consegue ir até alguma instituição é possível, por exemplo, realizar pesquisas, revisar textos, atualizar blogs, captar recursos, redigir e traduzir documentos, trocar carta com crianças que estão sendo alfabetizadas, montar apresentações, organizar pastas digitais, etc, tudo de casa ou de qualquer lugar que você esteja”, explica Silvia. O trabalho voluntário à distância não é menos importante do que o presencial, muito pelo contrário. Às vezes ele se torna mais produtivo e caprichoso já que é feito do conforto de casa e de forma espontânea.

 

Brasil, um país de voluntários

 

Um estudo realizado pela organização britânica Charities Aid Foundation – CAF, o “World Giving Index 2012 – A global view of giving trends” mostra que o Brasil, embora ocupe apenas a 83ª posição no ranking dos países mais generosos em doações (liderado pela Austrália), está entre os dez países com o maior número de voluntários - cerca de 18 milhões, ou seja, ¼ da população nacional. Essa é a primeira vez que nosso país aparece nesse ranking e as boas notícias não param por ai: 65 milhões de brasileiros ajudam um desconhecido de alguma forma (ocupando o 5º lugar no ranking mundial desta categoria) e 35 milhões contribuem financeiramente com causas sociais (ocupando o 8º lugar no ranking mundial desta categoria). Veja mais alguns dados interessantes encontrados neste estudo:

 

 

Faça parte deste time

 

Se você se inspirou e deseja compartilhar suas habilidades e conhecimentos com outras pessoas procure um centro de voluntariado em seu estado. O Centro de Voluntariado de São Paulo, por exemplo, possui um banco de dados com 1200 organizações que buscam voluntários em diversas áreas. “Além de centralizar e manter atualizada a relação de organizações participantes nós capacitamos as empresas para receberam voluntários. Apesar de sempre precisarem de voluntários poucas empresas estão preparadas para receber essa ajuda”, finaliza Silvia. Se seu estado não tem um centro, não se preocupe. Busque uma empresa que contemple as respostas de sua reflexão sobre esta atitude e se candidate. 

 


 
   

 
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